Joe Biden presidente: o que o mercado de criptomoedas deve esperar?

Conforme observado no último sábado (7), Joe Biden derrotou o candidato do Partido Republicano, Donald Trump, e se elegeu como o 46.° presidente dos Estados Unidos. Essa vitória foi garantida logo após Biden inverter os votos da Pensilvânia. Sendo assim, ele governará a maior potência econômica do mundo, ao que tudo indica, pelos próximos quatro anos. Certamente o mercado de criptoativos está ansioso para saber o que ocorrerá nesse período com o Bitcoin e as altcoins.

Sem dúvida, os ativos digitais só terão sucesso em um governo Biden, se ele nomear profissionais do meio blockchain para chefiar posições que podem ser divisores de águas para a regulação dos criptoativos. Somente quem entende do assunto poderá trazer uma regulação que não sufoque as empresas desse mercado inovador. Contudo, é importante lembrar que, em 16 de julho deste ano, Biden já deixou claro sua posição anti-Bitcoin.

“Não tenho Bitcoin e nunca vou pedir que você me envie nenhum”.

Apesar de o candidato eleito ter esse posicionamento a respeito do BTC, em sua equipe há indivíduos que são entusiastas dos criptoativos. Podemos citar como exemplo Andrew Yang, um grande apoiador da regulamentação dos ativos digitais e Ryan Montoya, Diretor técnico do Sacramento Kings, time de basquete que premeia seus fãs com criptoativos.

Preço do Bitcoin logo após a vitória de Biden

Embora esteja sendo negociado acima de US$15.000 no momento da escrita do artigo, após a vitória de Biden, o BTC passou por uma correção que eliminou por algumas horas os ganhos acumulados na última semana. Só para exemplificar, o Bitcoin, depois do evento, passou por uma queda de 4.74%.

Todavia, não demorou muito para o criptoativo se recuperar e continuar com seu momento de brilho no mercado. Além disso, o Bitcoin continua levando as altcoins consigo para uma grande alta. Apesar de ser importante para o desenvolvimento da criptoesfera boas políticas regulatórias, o rally do BTC não parece preocupado com isso, pelo menos não no curto prazo.

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